terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Língua portuguesa: nosso patrimônio ainda desconhecido.


A o vernáculo brasileiro, tão lindo, porém tão desconhecido por muitos. Pais gastam horrores para seus filhos aprenderem uma língua estrangeira, mas esquecem se eles falam corretamente sua própria língua. Hoje mesmo postei uma frase em meu facebook e ao invés de escrever "maybe", que significa "talvez" na língua inglesa, escrevi "maby". Obviamente que o erro não foi proposital, errei mesmo, mas o que me impressionou foi o fato de logo ter sido corrigido. Adoro ser corrigido, mas notei também que o mesmo não ocorre quando erro uma palavra da língua portuguesa. Por quê? O fato é que é muito mais fácil identificarmos um erro de inglês que um de português. Nos empenhamos mais, inclusive, em aprender o inglês, já o português achamos difícil, chato etc. Mas a boa comunicação necessita de um bom vocabulário e de pronúncias corretas do nosso vernáculo, pois quem pretende crescer profissionalmente dentro do Brasil precisa aprender a língua falada aqui. Por mais que seja importante um segundo idioma, praticar e estudar o idioma principal de nosso país é essencial para nosso crescimento pessoal. Vejo pessoas formadas escrevendo "anCioso", "exceSSão", "IMpócrita" e tantos outros erros grotescos que me doem a boca do estômago. Infelizmente nossa academia de Letras institucionalizou alguns erros, talvez para ficar mais fácil pra quem comumente pronunciava errado palavras como "estupro", que agora pode ser "estRupo". Enfim, antes de aprendermos outro idioma, tratemos de aperfeiçoar o aprendizado no nosso, afinal, não é qualquer língua que possui palavras tão belas e algumas exclusivas como "SAUDADE". Não há nada mais elegante que um português falado corretamente.

Boa noite!
:)

Depois da curva.


"Ali, logo ali, ali, depois da curva ali..."

[Pouca Vogal] 

Hoje eu decidi arriscar. Sempre achei que procurar ajuda psicológica era balela, coisa de pessoas a toa que iam buscar nas palavras de outros as soluções para seus problemas. Achava que estresse era algo que as pessoas criavam para justificar suas frescuras. Pensava assim até que eu comecei a ver que me irritava até com o canto de um pássaro. Que meu serviço já não me proporcionava mais prazer, que minha monografia não saia e que meus ataques à geladeira, de madrugada, não eram normais. Sim, quebrei barreiras que havia colocado em mim e enfrentei meus medos e preconceitos. Na vida fiz o mesmo, decidi arriscar, fui em frente, sem medo do que iria encontrar. Quando aquela senhora, por volta dos 40, olhou pra mim com olhinhos de velha curiosa ainda me preguntei: "o que estou fazendo aqui"? Mas sabia que aquilo seria bom pra mim, eu precisava arriscar, como eu havia planejado. Meio tímido consegui contar alguns fatos de minha vida que eu só costumo contar quando me perguntam. Poucos perguntam. Sai de lá, cerca de 40 minutos mais tarde, feliz. Não feliz por acreditar que naquela sala há um milagre pra minha vida, mas feliz por ter enfrentado meus medos, feliz por ter dado um passo adiante e aceitar que o próximo passo de meu estresse seria a maldita da "depressão". Não é isso que quero pra minha vida. Volto na quinta para a segunda consulta, mas o que eu vou encontrar? Não sei. A vida é como navegar em um rio, a gente nunca sabe o que vai encontrar depois da curva. Vou arriscar.


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

"Valeu a pena, êh êh..."


Então me perguntam: "Adriano, que você tanto vê e fala desse Rotaract?" Pois é, só digo uma coisa, são momentos como esses que fazem valer a pena estar nessa "família". Um evento que achávamos em até uma semana atrás que seria um fracasso, não foi nem um pouco abalado. Isso chama companheirismo, pode ter 5 ou 5000 companheiros reunidos, a festa, a diversão, a alegria de estar ali serão sempre as mesmas. Valeu cada dor nas costas por ter dormido no chão batido, cada picada de mosquito, cada ardume por causa do sol. Me diverti muito e quero momentos como esse pra sempre na minha vida, para que no fim da vida eu olhe pra trás, estufe o peito e diga bem alto: "eu vivi Rotaract".

Amor e indiferença.


Eu não sei o que é isso que eu estou sentindo, poderia só ser ago passageiro, coisa de momento, mas sabe, durmo pensando em você, acordo pensando em você, nas minhas refeições penso em você. Pena que seja unilateral esse sentimento. Mas a vida é feita de amor e indiferença, é só aprender a lidar com isso. Um dia eu aprendo. Até lá sigo sofrendo e imaginando como seria nós dois juntos. Boa noite!

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

FOCO FOCO FOCO...

Não sei ao certo quando foi que perdi o foco, apenas sei que ando fugindo à regra do início, meio e fim. Minhas ideias andam embaralhadas e tenho pensado muito sobre onde eu me perdi. Gostaria que tudo fosse diferente, gostaria de ter terminado minha faculdade com quem eu comecei, gostaria de ter seguido o cronograma que tracei há um tempo atrás. Mas minha vida mudou de rumo e ainda não consegui me adaptar com isso. Não vou negar que gosto de mudanças, mas tenho dificuldade em aceitá-la. Todo os dias tento em reinventar, mas me falta ânimo. Todos os domingos planejo uma semana diferente, mas adentra segunda e logo chega sexta, e tudo continuou exatamente como antes. Queria voltar no tempo, consertar o que eu estraguei no passado, continuar minha caminhada de onde eu desviei, mas isso não será possível então só me resta pensar no melhor caminho a seguir daqui pra frente. Sou forte, sempre fui determinado, portanto ei de conseguir. Me desejem sorte!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Por que não aprendestes a amar com os cegos?


O amor está do seu lado, mas você não enxerga, não é mesmo?
Procura na beleza achando que ele seria tolo de se esconder nela.
Pessoa burra, por que não aprendestes a amar com os cegos???

Boa noite!!! 

quarta-feira, 2 de maio de 2012

A música definindo meu dia.


Apenas ouçam, porque hoje é isso que eu to sentindo das pessoas.

No Braseiro
(Roberta Sá)

Mas tá um trem de doido, êta confusão
Parece natural andar na contramão.

Tão vendendo ingresso
Pra ver nego morrer no osso
Vou fechar a janela
Pra ver se não ouço
As mazelas dos outros.

Mas tá um trem de doido, êta confusão
Parece natural andar na contramão.

Tão vendendo ingresso
Pra ver nego morrer no osso
Vou fechar a janela
Pra ver se não ouço
As mazelas dos outros.

Perdeu-se a moral e reina a falta de vergonha
Mania nacional é ver o outro se dar mal
O caso de polícia é corriqueiro, é todo dia
Felicidade é bom
Eu quero paz, justiça, alegria...

Moramos no braseiro, a coisa aqui tá quente
O ano inteiro eu corro atrás, não sei de quê exatamente.

Perdeu-se a moral e reina a falta de vergonha
Mania nacional é ver o outro se dar mal
O caso de polícia é corriqueiro, é todo dia
Felicidade é bom
Eu quero paz, justiça, alegria...

Quero justiça, alegria e quero paz,
Mas com direitos iguais, como já disse Tosh
E quero mais que um milhão de amigos do RC
Ser como Luís e suas maravilhas do mundo quero comer
Quero me esconder debaixo da saia da minha amada
Como Martinho da Vila, em ancestral batucada
Eu quero é botar eu bloco na rua, qual Sampaio
Quero o sossego de Tim Maia olhando um céu azul de maio
Eu quero é mel, como cantou Melodia
Quero enrolar-me em teus cabelos
Como disse Wando à moça um dia
Quero ficar no teu corpo, como Chico em Tatuagem
E quero morrer com os bambas de Ataulfo bem mais tarde
Só que bem mais tarde
Eu quero ir pra ver Irene rir, como escreveu Veloso!